Eu moldo o meu caminho.
Falando de sorte: indivíduo X considera-se demasiado azarado mas não desconfia que, ao pensar no azar dele próprio, não está a procurar o não-azar. Esta é uma ideia. Uma outra é esta: acredito em Deus e, por isso, vivo com a culpa dentro de mim. Com o azar acontece algo semelhante: por pensar no azar, estou a acreditar nele. Ao fazê-lo, estarei a sentir o seu peso.