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sábado, 15 de novembro de 2008

Do desaparecimento gradual de todas as coisas

Perder é tão inevitável como morrer; se bem a entendermos, esta verdade é uma consolação para nós. Perde, pois, imperturbavelmente: tudo um dia morrerá.

- Lúcio Aneu Séneca, Cartas a Lucílio

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

A morte de um Germano



Não há muito, um dos Germanos destinados aos combates com feras, enquanto se faziam no circo os preparativos para o espectáculo da manhã, retirou-se para satisfazer uma certa necessidade corporal - a única oportunidade que teve para estar sozinho, longe do olhar dos guardas; então agarrou num daqueles paus com uma esponja atada na ponta que se usam para limpar as imundícies e enfiou-o pela garganta abaixo, morrendo de asfixia. É o que se chama o cúmulo do desprezo pela morte.


- Lúcio Aneu Séneca, Cartas a Lucílio

terça-feira, 1 de julho de 2008

Virtude

No dia em que se for vencido pelo prazer, ser-se-á também vencido pela dor.

- Séneca, Da Vida Feliz