sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Byblos
Levei a família à Byblos, a maior livraria de Portugal, e, numa primeira impressão, achei que tudo aquilo era muita parra para pouca uva. Tratando-se de uma livraria de grandes proporções, seria de esperar uma infinidade de grande livros à espera do leitor sedento. Afinal, os livros à venda na Byblos pertencem quase todos ao domínio do best-seller. As áreas da História e da Filosofia são quase uma inexistência. Uns livrinhos aqui, outros ali. Coisa pouca. Na Literatura, não se encontram livros de alfarrabista (raros). Os preços são pouco acolhedores. A única coisa que realmente me agradou foi o espaço. Dois andares de livraria é uma boa imagem. No entanto, não se encontram livros que possam deixar o mais sério dos homens de boca aberta. Para comprar o terceiro volume do Proust ou para ler Eça não são necessários tantos metros quadrados. Parece-me que não voltarei tão cedo ao Amoreiras Square. Mais depressa regressarei a uma Barnes & Noble.