
A sensualidade que se exigia nos anos 60 e 70 para a mulher portuguesa era muito diferente da que se exibia lá fora. Enquanto a mulher estrangeira era melhor apreciada nua, a nacional era ainda uma senhora de família a aprender o básico dos básicos da feminilidade, como se depreende de recomendações como esta:
«Uma mulher deve tratar das unhas pelo menos uma vez por semana; fará parte da sua rotina, tal como tomar banho ou lavar a cabeça» (Século Ilustrado, 18-7-70, p.39)