
A virtude reside naquela que apanha os bocados que restam de mim após cada queda. E esta tem sido dada todos os dias e, ainda que nem sempre se varra para o lixo o chão sujo, a palavra doce está sempre presente. A virtude também mora nos actos daquele que recupera da queda, por saber dar valor a quem gastou horas, dias, séculos, anos, milénios, a tentar colar peças umas às outras, mesmo quando não valia a pena. E sabe Deus que quase nunca valeu a pena.