Contra a publicação do Diário de Luto, notas de Roland Barthes sobre a morte da mãe, pelas edições Seuil, poder-se-ia dizer que as grandes obras do autor já foram publicadas e, portanto, esta não trará nada de substancial. Por outro lado, como não transformar em livro as palavras que um autor consagrado não quis publicar, sabendo que, se não forem publicados, os escritos cairão no esquecimento?