Eu não tenho uma língua comprida, não, se tivesse, ai, nem sei, diria que A é bom, que B é genial, seguia o Professor para todo o lado, leia os meus versos excelso senhor, eu não tenho uma língua comprida, não, só para dizer mal e para sofrer as consequências disso, de resto, língua muito curta, não chega sequer para chegar ao ânus de certo tipo muito influente que adora ser lambido, não chega não, chega apenas para pedir um café, se fizer favor, e fugir para uma mesa vazia, três metros ao lado da dos tipos que conheço e que pensam, raios e coriscos, se o gajo não é maluco, nem um aperto de mão, é burro, muito burro, pois sou.