Não tenho a certeza mas, se passar cabisbaixo pelas pessoas, se fingir distracção, vergonha, talvez evite abrir a boca e deixar cair palavras que se transformam em ligação e em amizade e em solidão, talvez se baixar os olhos, não vi, olha o passarinho, peço desculpa, erro lamentável não ter falado, que encrenca, fica para a próxima, talvez se me limitar a ler os meus livros e a bater com a testa na parede com aquela vontade costumeira de morrer, pode ser que corra melhor.