Gostava que alguém me dissesse isto quando morrer:
O Paulo Rodrigues Ferreira (não faço a mínima de quem seja, conquanto acredite piamente tratar-se de um mano muito simpático, muito cool, muito esperto e erudito, senhor de um mastodôntico Q.I., além de Casanova inveterado, detentor de um vasto cadastro de relações extraconjugais e de um mangalho de proporções bíblicas - isto para não falar no mau gosto manifesto no concernente a blogues) (...)