sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Nada vezes nada vezes nada

Com o telemóvel desligado há semanas e a caixa de e-mails eternamente vazia, a ouvir Dear Heather (Cohen, 2004) para me sentir muito desgraçado, vem-me à ideia uma vaga vontade de partir para a realidade.